Edição Musical

De acordo com o site Wikipédia, editora ou casa editorial é “uma organização que coordena a publicação de obras literárias, discográficas e impressos”, geralmente especializada “em um tipo de publicação e área”. Já a Lei Brasileira de Direitos Autorais (9.610/98), em suas Disposições Preliminares, define como editor musical “a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição”.

A Efrata Music EDITORA vai ao encontro de ambas as definições, pois é especializada em música gospel e mantém estreito relacionamento com seus compositores filiados nos mais diversos assuntos relacionados às suas obras.

Abaixo, o manager da Efrata Music, Elvis Tavares, explica o assunto mais detalhadamente, abordando temas como autorização e divulgação de músicas e os diferenciais da Efrata no mercado de edição musical.

Para obter mais informações sobre a edição na Efrata Music, escreva-nos utilizando o formulário da seção Fale Conosco.

O autor é obrigado a editar suas músicas?

Não, o compositor edita suas músicas se quiser. A editora faz uma prestação de serviços, ela gerencia os direitos do autor, em sentido amplo. Quando a música está editada, a editora pode mostrá-la para as gravadoras, para os intérpretes. A música não fica parada, a editora faz toda a movimentação.

A editora também controla o momento certo de fazer a cobrança dos direitos, que é trimestral, junto às gravadoras. É feito um contrato de edição, num acordo bilateral entre o autor e a editora. No nosso meio evangélico, existem ainda muitas questões amadoras, pendentes. Existem gravadoras que usam a música do autor e não pedem autorização, não colocam o nome do autor. E aí a editora entra em ação.

É a editora que procura o artista e a gravadora para oferecer a música do autor ou o contrário?

Acontecem as duas coisas. Às vezes a gravadora não sabe que a música está editada na Efrata, por exemplo. Aí ela procura outros órgãos que podem informá-la. Por exemplo, uma das nove sociedades do ECAD a que a gravadora está vinculada. Essa procura pode partir de qualquer lado. Aí entra o trabalho dinâmico da editora, de gerenciamento da obra. Na Efrata nós temos muitas músicas que são hits, antigas ou atuais. Às vezes sugerimos a um cantor uma determinada música, de acordo com o seu estilo. O autor se beneficia disso.

Quando um cantor procura uma música, quem autoriza é a editora? É obrigatória a aprovação do autor?

Nos contratos padrões, que são feitos nas multinacionais e também no nosso meio, a editora não precisa consultar o autor para autorizar a gravação de uma música dele. Na Efrata está expresso no contrato que o autor deve ter ciência.

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