Mercado fonográfico tem retração em 2006
   
A mais recente edição da revista "Veja", que chegou às bancas no dia 20 de janeiro, destaca a retração do mercado fonográfico em 2006, ainda não confirmada pela Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) mas já esperada pelos executivos da área.

O texto, assinado por Lauro Jardim, na coluna Radar, também fala da venda de música on-line no Brasil, que apesar de crescente ainda é pequena para compensar a queda no comércio de discos.

Confira a íntegra do artigo:


MÚSICA
 
Capa da revista "Veja"
de 20 de janeiro
   
Em queda livre 1
Executivos do mercado fonográfico estimam que as vendas de discos no Brasil tenham caído 30% no ano passado. Em 2005, a queda ficara em torno dos 20%. Os números ainda não foram fechados pela Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), por causa do imbróglio na EMI - a gravadora superfaturou seus balanços e precisou reapresentar seus números. Por outro lado, apesar do crescimento das vendas de música on-line, o mercado digital ainda não é suficiente para compensar a queda nas vendas de CDs.

Em queda livre 2
No caso do Brasil, o preço das músicas explica em parte essa situação. Enquanto nos EUA o mercado cobra 0,99 dólar por uma música baixada, no Brasil a mesma canção sai por 2,49 reais (1,16 dólar). Pode parecer uma diferença pequena. Mas não é se for considerado o poder aquisitivo nos dois países.
   
 
 
 
 
 
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