Lei Rubem Braga incentiva a cultura capixaba
   
Em vigor há 16 anos, a Lei Rubem Braga já se firmou como uma das mais importantes ferramentas para o desenvolvimento cultural do Espírito Santo. Em troca de apoio aos projetos aprovados - que em 2007 podem chegar a mil, em áreas que vão da música à história - o governo estadual concede incentivos fiscais a empresas sediadas em Vitória.

Os evangélicos, que representam 1/3 da população do estado, também estão sendo beneficiados. Desde 2004, cinco CDs gospel já foram lançados com o apoio da Lei.

"Acredito que a tendência é ampliar ainda mais esse número nos próximos anos", disse Leonardo
 
Monjardim, secretário executivo da Lei Rubem Braga, à revista "Comunhão".

O postulante ao benefício precisa morar na capital capixaba há pelo menos cinco anos, apresentar no mínimo três orçamentos para cada tipo de custo, currículo e a certidão de regularidade fiscal ("nada consta"). No caso dos CDs, são pedidas as letras ou a versão "demo" do disco, com três músicas gravadas em estúdio.

"Para o pessoal da música, a Lei atua viabilizando a produção, masterização e prensagem de discos. O custo total de um CD com cerca de mil cópias fica entre R$ 16 mil e R$ 22 mil", lembrou Leonardo, na entrevista.

As inscrições para 2007 já foram encerradas e os projetos aprovados serão lançados no decorrer de 2008. Em janeiro do próximo ano será publicado o edital referente a 2009.

A documentação necessária para a formulação do projeto encontra-se na Secretaria Executiva da Lei Rubem Braga, localizada na Avenida Vitória, 2552, Horto, Vitória.
 
 
 
 
 
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