Gravadoras brasileiras dão a volta por cima
   
Depois de muitos anos de queda nos rendimentos, demissão de funcionários e dispensa de artistas, as gravadoras brasileiras estão adaptadas à nova realidade digital e dispostas a reinvestir.

A conclusão é do site Globo Online, que ouviu os presidentes das gravadoras Universal, EMI, Deckdisc, Sony-BMG e Warner. Para os executivos, a palavra de ordem é diversificar.

A reportagem traz números que comprovam o sucesso da parceria entre as gravadoras e as operadoras de telefonia móvel. A Sony-BMG, por exemplo, comemora a venda de mais de 500 mil aparelhos de um modelo de celular do Jota Quest, que vem com o conteúdo do disco “MTV Ao Vivo”, dois remixes, um clipe e um papel de parede da banda mineira.
 
A gravadora Deckdisc vendeu 200 mil cópias de um CD da cantora Pitty dentro de um celular
   
A Deckdisc, por sua vez, conseguiu vender 200 mil cópias do CD “Desconcerto Ao Vivo”, da cantora Pitty, dentro de um celular. O presidente da gravadora, João Augusto, chega a afirmar, na reportagem, que considera o celular, no Brasil, um “agente de vendas mais forte do que a internet”.

Apesar de reconhecerem a força dos meios digitais, os executivos se mostraram céticos quanto às previsões sobre o fim do CD físico. Para eles, as mídias físicas (CDs e DVDs) continuarão existindo por um longo tempo, dividindo espaço com outras mídias.
   
   
MULTIMÍDIA
   
Leia a íntegra da matéria do site Globo Online
 
 
 
 
 
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